Notícias

Veja Aqui todas as Notícias do Amazonas em primeira mão.

Serviços

Serviços de todo o Amazonas Aqui.

Esporte

Tudo sobre seu Esporte favorito em nosso Site.

Concusos e Empregos

Tudo sobre Concursos e Empregos no Amazonas.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Caixa abre inscrições para concurso de nível médio e superior


Cargos são de técnico bancário, engenheiro e médico do trabalho.
Os salários vão de R$ 2.025,00 a R$ 8.041,00.

Do G1, em São Paulo
Caixa Econômica Federal
Inscrição
Até 11 de fevereiro
Vagas
9 e cadastro de reserva
Salário
De R$ 2.025,00 a R$ 8.041,00
Taxa
R$ 43 e R$ 74
Prova
30 de março
 A Caixa Econômica Federal abre nesta sexta-feira (24) as inscrições para dois concursos públicos para 9 vagas e formação de cadastro de reserva para os cargos de técnico bancário novo, engenheiro agrônomo, civil, elétrico e mecânico e para médico do trabalho.
As oportunidades são para Acre, Rondônia, Alagoas, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

Os editais podem ser acessados no site do Cespe/UnB (clique aqui para acessar o concurso para técnico e clique aqui para acessar o edital para engenheiro e médico).
O provimento das vagas estará sujeito ao planejamento estratégico e às necessidades da Caixa.
Técnico bancário
O salário para técnico bancário novo é de R$ 2.025,00 para jornada de trabalho de 6 horas diárias, caracterizando 30 horas semanais. O candidato deve ter nível médio.

TJAM nega sumiço de processo de prefeito de Coari suspeito de pedofilia


CPI diz que processo não foi localizado durante visita ao órgão em 2013.
Tribunal de Justiça afirma que processo encontra-se tramitando regularmente.


Fantástico mostra novas denúncias contra prefeito de Coari (AM) (Foto: Reprodução TV Globo)Adail Pinheiro é suspeito de investigar rede de
pedofilia no Amazonas
(Foto: Reprodução TV Globo)
O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) negou o desaparecimento de um dos processos envolvendo o prefeito de Coari, Adail Pinheiro (PRP). A suspeita foi levantada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes da Câmara dos Deputados, que não teria recebido informações sobre os autos durante trabalhos realizados no estado no ano passado.
Por meio da assessoria de imprensa, o Tribunal de Justiça do Amazonas informou nesta quinta-feira (31), que o processo nº 0001707-64.2013.8.04.0000 encontra-se tramitando regularmente e sob relatoria do desembargador Rafael de Araújo Romano. A afirmação foi divulgada após o G1 fornecer o número do processo que teve a localização questionada pela Segundo o Tribunal de Justiça, o processo foi cadastrado junto ao 2º Grau do TJAM em 24 de maio de 2013, cujos autos foram digitalizados em 19 de setembro do ano passado e estaria à disposição das partes envolvidas para as devidas movimentações.
“O mesmo figura entre os três processos relacionados a crimes de exploração sexual de menores de idade, envolvendo o prefeito de Coari, Adail Pinheiro. Em nenhum momento houve sumiço do referido processo”, afirmou o TJAM, em nota.
O TJAM ressaltou ainda que as informações solicitadas pela CPI em relação aos processos citados foram prestadas à presidente da referida Comissão, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF), respeitando o segredo de justiça, conforme determina a legislação vigente.
Em reportagem do G1 publicada no último dia 26, a deputada federal Liliam Sá (PROS-RJ), que é a relatora da CPI, revelou que existia a suspeita de que os autos da ação envolvendo Adail Pinheiro, baseada em denúncias formalizadas em 2009, teriam desaparecido.
Tribunal de Justiça do Amazonas (Foto: Reprodução/ TV Amazonas)Tribunal de Justiça do Amazonas nega que
processo tenha desaparecido
(Foto: Reprodução/ TV Amazonas)
De acordo com a relatora, o TJAM ficou de enviar uma resposta se havia um processo de pedofilia contra Adail Pinheiro tramitando na Justiça do Amazonas.
"Procuramos o processo sobre pedofilia e não encontramos nada. A comissão pediu informações sobre os processos, mas até o momento o Poder Judiciário amazonense ainda não encaminhou os dados", afirmou a parlamentar.
A deputada Liliam Sá relatou que a ação penal nº 111/2009, que trata do crime de pedofilia contra o prefeito de Coari Adail Pinheiro, foi entregue ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) e que no dia 19 de novembro de 2009 a denúncia foi acatada pelo promotor substituto Alessandro Sabatini, gerando o processo de nº 0001707-64.2013.8.04.0000.
A Ação penal é baseada nos artigos 227, 228 e 229 do Código Penal, que de acordo com a deputada federal, trata dos crimes de induzir alguém a satisfazer a lascívia de outrem, induzir ou atrair alguém à prostituição ou outra forma de exploração sexual, facilitá-la, impedir ou dificultar que alguém a abandone e manter por conta própria ou de terceiro, estabelecimento em que ocorra exploração sexual. Já o artigo 228 era o que configuraria a pedofilia.
Durante visita da CPI ao Amazonas em setembro de 2013, a parlamentar disse que só foi encontrado tramitando no TJAM o processo previsto no artigo 244-A, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata do crime de submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual.
Deputada Liliam Sá (PROS-RJ) (Foto: Divulgação)Deputada Liliam Sá (PROS-RJ) questionou
paradeiro de processo de pedofilia envolvendo
prefeito de Coari (Foto: Divulgação)
“No dia que estivemos no TJAM, indagamos ao desembargador sobre o processo, ele confirmou os três primeiros números: ‘ ah, o 707’. O presidente do Tribunal ficou de verificar o paradeiro do processo. Nossos advogados também iriam acompanhar. O processo encontrado no TJAM foi o que trata da exploração sexual. Foi iniciativa do próprio desembargador solicitar alguém da CPI para acompanhar a distribuição dos processos do Adail e da operação Estocolmo, haja vista que seus assessores não souberam explicar o porquê da morosidade e atribuiu o fato de o tribunal ter pilhas de processos para digitação”, contou Liliam Sá.
A deputada informou que no ofício nº 051 do TJAM, em que foi indeferido o acompanhamento dos advogados indicados pela CPI, o tribunal aponta três processos que estavam de posse do relator desembargador Jorge Lins: nº 0001704-12.2013.8.04.0000 , nº 0001706-.2013.8.04.0000 e, nesse mesmo ofício aparece o 0001707-64.2013.8.04.0000, “ que até então não sabíamos aonde estava. Ele se declarou suspeito nos dois primeiros, o 1704 e o 1706, passando a relatoria para o desembargador João Bessa. A dúvida é que não sabemos se o processo 1707 continua com ele ou com outro relator , porque não foi citado no ofício”, menciona a parlamentar.
Para Liliam Sá, o que causou estranheza a CPI, é que o processo 0001707-64.2013.8.04.0000 teria sido citado pelo desembargador Moutinho conforme notas da taquigrafia, mostrando que ele sabia de sua existência. “Quando os espelhos foram pedidos pela CPI os secretários encarregados da distribuição dos processos, não sabiam de seu paradeiro e só apresentaram o processo 244-A, do ECA, e conforme a nota da assessoria de imprensa do TJAM , ele foi digitalizado em 19 de setembro. Ou houve um equívoco da assessoria do presidente, ou realmente tem alguma coisa nesse processo que eles não querem que tomemos conhecimento. No dia que a CPI esteve no tribunal, o referido processo 1707, ninguém soube explicar seu paradeiro”, afirmou a deputada.
A CPI da Câmara dos Deputados ressaltou que somente em 2013, depois de quatro anos e após Adail ser eleito para a Prefeitura de Coari, houve o encaminhamento dessa ação penal ao Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, sendo reautuada.
“Devido a esse grande lapso temporal na tramitação da ação penal em face do senhor Adail, a CPI encaminhou ofício ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitando a averiguação na regularidade da tramitação da ação penal e, consequentemente, a apuração de responsabilidade pelo atraso na tramitação”, justificou a relatora.
Conselheiro do CNJ, Gilberto Martins, apresentou balanço de inspeção (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Conselheiro do CNJ, Gilberto Martins, apresentou
constatou morosidade durante inspeção
(Foto: Jamile Alves/G1 AM)
Morosidade
A inspeção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), concluída no dia 23 de janeiro, confirmou a suspeita de existência de uma rede de proteção ao prefeito de Coari, Adail Pinheiro, no Tribunal de Justiça do Amazonas. Os dados foram divulgados pelo conselheiro do CNJ, Gilberto Martins. Uma sindicância foi aberta para identificar os responsáveis pelas supostas irregularidades nos processos.
Conforme revelou o conselheiro, o CNJ detectou fortes evidências de que processos relacionados a questões de improbidade administrativa e crimes de corrupção têm sido tratados com morosidade no TJAM. O problema ocorreria nos processos contra Adail Pinheiro e outros políticos amazonenses.
"Não tem a celeridade adequada, prevista pelo próprio CNJ, necessária para prestação da Justiça. Existem muitas evidências de que outros processos de crime contra a administração pública sejam tratados desta maneira", disse.
Para apurar esta suposta proteção a políticos locais, o CNJ, através da Corregedoria, abriu procedimento para investigar as irregularidades detectadas. Magistrados responsáveis por estes processos deverão ser ouvidos para explicar os fatores que levaram a esta lentidão. Caso a justificativa não seja aceita, poderão ser aplicadas medidas de caráter disciplinar, que variam entre penalidades de censura, advertência, remoção compulsória, disponibilidade ou aposentadoria compulsória.
O atraso na distribuição e digitalização dos processos envolvendo Adail Pinheiro foram questionados pelos representantes da Comissão Parlamentar ainda durante audiência com o presidência do TJAM, que ocorreu no dia 24 em setembro. Isso porque os procedimentos dos processos de exploração sexual de crianças e adolescentes foram realizados nas vésperas da CPI anunciar vinda ao estado. Na ocasião, o presidente do Tribunal disse que não é comum retardamento na distribuição e digitalização e iria apurar as responsabilidades.
“Vou apurar em profundidade porque isso está muito estranho. Parece que estava dormindo nas prateleiras do setor e de repente quando alguém tomou conhecimento que vinha a comissão empurram para cá. Isso não vai ficar assim, vamos identificar quem guardou e as razões. Não sabia disso porque não tenho uma bola de cristal para saber tudo que se passa no tribunal”, disse o desembargador Ari Moutinho, na audiência.

Espécies de peixes típicas do Peru são encontradas no interior do AM




Animais foram identificados em Maraã, distante a 634 km de Manaus.
De beleza ornamental e porte pequeno, peixes são comuns no país vizinho.


Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado apenas no Lago da Onça, em Maraã (Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá) 
 
Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado
apenas no Lago da Onça, em Maraã
(Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)
Duas espécies de peixes, nunca antes documentadas no Brasil, foram encontradas por pesquisadores do Instituto Mamirauá, no município de Maraã, a 634km de Manaus. Comuns na Amazônia peruana, a Pyrrhulina zigzag e a Apistogrammoides pucallpaensis, são caracterizadas pela beleza ornamental e o porte pequeno. Segundo o técnico de pesquisa em ecologia e biologia de peixes, Jonas Oliveira, os peixes teriam migrado até o estado pelo Rio Amazonas, durante o período de cheia.
As espécies foram localizadas em uma área limite entre a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e a Reserva Extrativista Auati-Paraná, região ainda não estudada por pesquisadores. As amostras foram coletadas em quatro expedições realizadas nos períodos de seca, enchente, cheia e vazante, de 2013. As duas espécies foram encontradas em todas as ocasiões.

PF prende cinco índios suspeitos de desaparecimentos no Sul do AM



Dois filhos do cacique Ivan Tenharim, morto em dezembro, estão detidos.
Sumiço gera conflitos na região; PF não divulgou informações sobre vítimas.


Vista aérea do município de Humaitá, no Amazonas (Foto: Divulgação/54º BIS) 
Buscas são feitas em área de reserva, em Humaitá

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (30), cinco indígenas da etnia Tenharim suspeitos de envolvimento no desaparecimento de três homens no km 180, da BR-230 (Transamazônica), no Sul do Amazonas. A operação contou com apoio de 400 homens da PF, Exército, Força Nacional e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Para efetuar a prisão dos indígenas, a Transamazônica ficou fechada por mais de 12h. De acordo com a PF, os cinco presos são das aldeias Marmelo, Taboca e Campinho. Entre os presos, segundo a PF, estão um cacique da aldeia Taboca e dois filhos do cacique Ivan Tenharim, morto no dia 2 de dezembro.
Os índios foram encaminhados em um helicóptero para a Superintendência da Polícia Federal em Porto Velho, onde deverão ficar detidos temporariamente por 30 dias. O inquérito que investiga o desaparecimento dos três homens deve ser concluído também em 30 dias. Durante mais de um mês de buscas na aldeia, os policiais encontraram somente peças que podem ser do veículo utilizado por Luciano Freire, Aldeney Salvador e Stef Pinheiro. Nenhuma informação sobre o paradeiro das vítimas foi divulgada.
Desaparecimento gera conflitos na região
Luciano Freire, Aldeney Salvador e Stef Pinheiro foram vistos pela última vez no dia 16 de dezembro de 2013 na BR-230, nas proximidades da reserva Tenharim-Marmelo. O desaparecimento dos três gerou revolta na população dos municípios de Humaitá, Apuí e no distrito de Santo Antônio do Matupi. A população acusa os índios pelo sumiço. Segundo  moradores, os crimes seriam uma retaliação pela morte do cacique Ivan Tenharim, cujo corpo foi encontrado em um trecho da rodovia com sinais de espancamento no início do mês de dezembro.
Moradores dos municípios de Apuí e Humaitá promoveram diversos protestos no dia 25 de dezembro para cobrar agilidade da Polícia Federal em Rondônia (PF-RO) nas buscas pelos desaparecidos. Os manifestantes chegaram a atear fogo em carros, barcos e nas sedes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e antigas instalações da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em Humaitá. No dia seguinte, policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Amazonas seguiram para o município.
Após os ataques, 143 indígenas foram abrigados no 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em Humaitá. A Justiça atendeu ação do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) e os índios retornaram às aldeias seis depois com a escolta do Exército.
Apesar do reforço policial, o Sul do estado continuou registrando conflitos. Um grupo de madeireiros e fazendeiros ateou fogo em casas localizadas em uma aldeia indígena situada na área do município de Manicoré.
A região recebeu mais reforço da Polícia Federal e homens da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) auxiliaram nas ações de segurança pública desencadeadas no Amazonas no mesmo período. O Exército e Polícia Rodoviária Federal (PRF) também apoiam as ações na região. Cerca de 500 homens atuam nas operações.
No dia 3 de janeiro, equipes dos órgãos de segurança que participam das buscas pelos homens encontraram vestígios de um veículo incendiado, segundo nota divulgada pela Polícia Federal em Rondônia. Nenhum dos desaparecidos foi encontrado. As peças encontradas ainda passam por análise para confirmar se são do mesmo veículo dos desaparecidos.
Além do desaparecimento dos indígenas, os moradores reclamam ainda da cobrança de pedágio feita pelos índios em um trecho da Transamazônica. Os Tenharim suspenderam a cobrança. Entretanto, a divulgação de que eles estão planejando retornar com a taxa a partir de fevereiro motivou novos protestos. Moradores de Humaitá iniciaram a coleta de assinaturas para pedir que a prática seja totalmente abolida.
Após uma negociação entre os indígenas e representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República, ficou definido que a cobrança de pedágio continuará suspensa até que as políticas públicas solicitadas ao governo federal sejam analisadas.

Técnico da Inglaterra confirma vinda a Manaus no mês de fevereiro


Após declarações polêmicas sobre clima de Manaus, Roy Hodgson encaminhou uma carta ao governador do Amazonas, Omar Aziz, e confirmou vinda à cidade


Roy Hodgson treinador Inglaterra Coletiva (Foto: Getty)Roy Hodgson é o atual técnico da Inglaterra 
 
A vinda do técnico Roy Hodgson a Manaus foi confirmada nesta quarta-feira, pelo governador do Amazonas, Omar Aziz, após receber uma carta do treinador. No documento enviado ao executivo, o treinador da seleção inglesa fala da expectativa em vir à cidade e também afirma que em junho a equipe ficará quatro dias na capital amazonense.
Omar elogiou a conduta de Hodgson e garantiu que os ingleses serão bem tratados em Manaus.
- Vamos receber os ingleses com o carinho e o calor humano peculiares aos amazonenses. Temos belezas naturais a mostrar, costumes e uma culinária singular que enriquecerão as expectativas de vida e profissionais dos jogadores e equipe técnica - disse o governador. 
Na carta de duas páginas, Hodgson menciona que a vinda a Manaus ''será um dos momentos mais esperados do torneio para nós (seleção da Inglaterra)''. O treinador também comenta sua motivação pessoal em realizar esta viagem, cuja comitiva contará inclusive com a presença de diplomas
''Eu estou particularmente propenso em fazer contato com o Senhor depois das notícias proferidas pela imprensa no ano passado. Eu gostaria de deixar registrado que eu estou ansioso para visitar a sua cidade, aprender sobre a cultura e a história e, claro, conhecer as pessoas''.
A data da vinda da delegação a Manaus, no mês de fevereiro, ainda não foi definida.  No último dia 24, o técnico da seleção dos EUA, Jürgen Klinsmann, também esteve na cidade onde conheceu o estádio da Arena da Amazônia. 

MPF instaura inquéritos para apurar discurso violento contra índios, no AM

Divulgação em dois veículos de comunicação de Humaitá é investigada.
Incitação à violência aos indígenas também é apurada na área criminal.


Índios Tenharim prometem a volta do pedágio incendiado na Transamazônica (Foto: Larissa Matarésio/G1) 
 
MPF proibiu insultos principalmente com os Índios
Tenharim Foto: Larissa Matarésio/G1)
O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) instaurou dois inquéritos civis públicos para apurar a propagação de mensagens com conteúdo discriminatório, preconceituoso ou que incitavam a violência, o ódio e o racismo contra os povos indígenas no Sul do estado, principalmente contra a etnia Tenharim. De acordo com órgão, dois veículos de comunicação de Humaitá, a 590 km de Manaus, são investigados.
Segundo o MPF-AM, o caso também está sendo apurado sob o aspecto criminal. Outros detalhes sobre as investigações ainda não podem ser divulgados, conforme a assessoria. "Assim que o caso tiver uma posição mais conclusiva, seja no âmbito cível ou no criminal, daremos ampla divulgação para a medida eventualmente adotada", informou o órgão em nota.

Aluna de medicina e mãe são presas suspeitas de tráfico de drogas, no AM

Aluna de medicina e mãe são presas suspeitas de tráfico de drogas, no AM

Ação aconteceu na manhã desta sexta na Zona Norte de Manaus.
Irmão da jovem também foi detido pela polícia.


Trio vai ser encaminhado à Cadeia Pública (Foto: Camila Henriques/G1 AM) 
 
Trio vai ser encaminhado à Cadeia Pública (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Uma estudante de medicina, a mãe dela e um irmão foram presos, nesta sexta-feira (31), por suspeitas de envolvimento na venda de drogas em Manaus. O delegado titular do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Ricardo Leite, informou que a detenção deles ocorreu após diversas denúncias anônimas.

Os três foram presos na residência onde moravam, situada em uma esquina do loteamento Campo Dourado, na Cidade Nova, na Zona Norte da capital, em cumprimento a um mandado de
Segundo a Polícia Civil, a estudante, de 26, cursa Medicina em uma universidade pública na capital. De acordo com a polícia, o irmão, de 27 anos, e mãe, de 48, estavam com trouxinhas de maconha, pasta base de cocaína, além de oxi e pó, com características de cocaína. Na delegacia, eles se recusaram a falar com a imprensa.
Para cumprir o mandado, as equipes do 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP) contaram com o apoio do Canil da Polícia Militar (PM) e da 6ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).

Prefeito diz que Humaitá está tranquila após prisão de índios no Sul do AM

Prefeito diz que Humaitá está tranquila após prisão de índios no Sul do AM

Segundo gestor municipal, forças de segurança permanecem na cidade.
Índios são suspeitos de envolvimento em sumiço de 3 na Transamazônica.


Grupo de indígenas foram escoltados por um comboio de 15 viaturas (Foto: Divulgação/54º BIS) 
 
Equipes de segurança foram enviadas a Humaitá
após aumento de conflitos entre índios e
moradores da região do Sul do Amazonas
O prefeito de Humaitá, José Cidenei Lobo do Nascimento, afirmou que o clima e a movimentação de pessoas na cidade são considerados tranquilos após a prisão de cinco índios da etnia Tenharim na quinta-feira (30). O gestor municipal garantiu, nesta sexta-feira (31) ao G1, que  não há risco de novos conflitos no município, situado no Sul do Amazonas. Os indígenas foram detidos pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de envolvimento no desaparecimento de três homens na BR-230 (Rodovia Transamazônica).
Moradores dos municípios de Humaitá, Apuí e Manicoré, no Sul do Amazonas, entraram em conflito com indígenas em dezembro de 2013 após o sumiço dos homens. A população acredita que os índios podem ter relação com o desaparecimento em retaliação à morte do cacique Ivan Tenharim, ocorrida no mesmo mês. Segundo a polícia, o líder indígena foi vítima de um acidente de trânsito. No entanto, os índios suspeitam de assassinato. O crime, de acordo os tenharins, teria sido motivado pela cobrança de pedágio em um trecho da Transamazônica.
O prefeito explicou que mantém diálogo com as lideranças indígenas e com as forças de segurança com o objetivo de garantir a tranquilidade no município. "Está tudo sob controle. Está tudo bem. A sociedade queria uma resposta. Era o que os moradores estavam esperando. Então, não há motivos para mais conflitos", disse José do Nascimento.
De acordo com o prefeito, equipes de segurança mantêm patrulhamento na cidade. "A Força-Tarefa, o Ronda no Bairro, a Força Nacional e outros órgão continuam nas ruas de Humaitá. Alguns não têm previsão para sair", frisou.
Nascimento afirmou ainda que equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) devem continuar em trechos da Transamazônica para controlar o fluxo e evitar a cobrança de pedágio feita pelos indígenas. "Na Carta de Humaitá, os prefeitos da região Madeira e Purus pediram a presença da Polícia Rodoviária na rodovia.
Conforme o prefeito, uma equipe da PRF deve ficar no quilômetro 8 de Humaitá e outra ao lado do Distrito de Matupí, em Manicoré. "Esse segundo ponto fica na área de Mapuí, no km 150. Se o pedido for aceito, o patrulhamento da Polícia Rodoviária nessa região deve contemplar o entroncamento da rodovia do Estanho com a Tranzamazônica", informou o gestor municipal.
Além do patrulhamento das rodovias, os prefeitos do Sul do Amazonas querem a instalação de um posto permanente da Força Nacional na região.