Pai e irmão de Stef Pinheiro de Souza estiveram na Polícia Federal em RO.
Indígenas presos estão no Presídio Pandinha, em Porto Velho, segundo PF.
Pai, emocionado, é amparado pelo filho, irmão do professor desaparecido Stef Pinheiro de Souza
(Foto: Assem Neto)
Os cinco indígenas da etnia Tenharin, presos em Humaitá na quinta-feira (30)
por suposto envolvimento no desaparecimento de três homens no km 180,
da BR-230 (Transamazônica), no Sul do Amazonas, chegaram a Porto Velho
sob escolta da Polícia Federal (PF), por volta de 1h30 desta sexta-feira
(31). Após serem examinados no Instituto Médico Legal (IML), foram
encaminhados à Penitenciária de Médio Porte (Pandinha).
Na manhã desta sexta, houve comoção na sede da PF por parte de
familiares do professor Stef Pinheiro de Souza, um dos homens que desapareceram no dia 16 de dezembro
no Sul do AM. “A esperança acabou”, disse o irmão do professor, o
vigilante Stefson Pinheiro. O pai dele, o aposentado Nilo Bezerra Souza,
de 80 anos, chorava muito e não conseguiu falar. O plantão da PF em
Rondônia informou que, diariamente, recebe ligações e a presença de
familiares dos desaparecidos, em busca de informações novas.






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